terça-feira, 2 de agosto de 2011

ÉTICA CRISTÃ - UMA TOMADA DE DECISÃO

A palavra ética é uma palavra de origem grega, ethos significando costume ou hábito, com o passar do tempo tomou outro sentido passando ser entendido como um conjunto de ideais, princípios ou condutas humanas aprovadas por uma sociedade, grupo ou cultura.


Quando falamos em ética cristã, entendemos que nos referimos ao modo como deve se portar o cristão em suas decisões e condutas, diante de si mesmo, da sociedade e, principalmente, diante de Deus.


Nós temos uma regra de fé e prática que é a Bíblia e entendemos que a ética cristã deve estar diretamente relacionada com a palavra de Deus. Ela nos orienta em nossa conduta. Devemos  seguir os ensinamentos por ela preconizado.


Jesus Cristo nos ensina  em Mateus 22.37-40."Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda tua alma e de todo o teu entendimento. Este é o grande e primeiro mandamento. O segundo semelhante a este é: Amarás ao teu próximo como a ti mesmo. Destes dois mandamentos dependem toda a lei e os profetas."


Devemos, acima de tudo, amar a Deus intensamente e também ao nosso próximo, (as pessoas como se fossem nós mesmo). A ética cristã não pode ser distanciada do ensino bíblico, devemos seguir o que recomenda Tiago: "Porque se alguém é ouvinte da palavra e não praticante assemelha-se ao homem que contempla, num espelho, o seu rosto natural, pois a si mesmo si contempla, e se retira, e para logo se esquece de como era a sua aparência. Mas aquele que considera, atentamente na lei perfeita, lei da liberdade, e nela persevera, não sendo ouvinte negligente, mas operoso praticante, esse será bem-aventurado no que realiza." (Tg 1.23-25)


Os primeiros reformados não faziam distinção entre "ética" e "dogmática". Doutrina e vida eram uma só coisa.  A doutrina bíblica era admirada corretamente como a fonte e o fundamento essencial do viver cristão e um viver santo era a aplicação necessária da doutrina sã. Portanto, inicialmente, a ética estava envolta em toda a forma de ensino doutrinário, incluindo sermões, confissões, catecismos e tratados. (Nelson Kloosterman).

Podemos entender que:


a) A ética cristã deve ser cristocêntrica, centrada em Jesus cristo, caracterizando tudo que está associada com a fé, seguir o padrão estabelecido por Cristo.

b) Deve ser fundamentada na soberania de Deus.

c) Deve visar à glória de Deus, como alvo de todas as coisas, principalmente do viver cristão.

d) Deve ser sustentada pela justificação e santificação.

e) Deve demonstrar que, a restauração da imagem de Deus que foi perdida com o pecado, é o alvo do evangelho, o propósito da salvação e a plena expressão da vida cristã, naqueles que estão unidos com Cristo


Então, amados, como novas criaturas em Cristo, os crentes devem ser renovados em conhecimento, justiça e santidade, de acordo com a imagem do seu Criador e de seu Senhor Jesus Cristo. (Cl 3.9,10)


"E todos nós com o rosto desvendados, contemplando, como por espelho, a glória do  Senhor, somos transformados de glória em glória, na sua própria imagem, como pelo Senhor, o  Espírito".( 2Co 3.18)


E para concluir, vamos transcrever um comentário de João Calvino, sobre o texto de Tiago 4.24. "E vos revistais do novo homem, criado segundo Deus, em justiça e retidão procedentes da verdade."


Adão foi inicialmente criado a imagem e a semelhança de Deus, para que pudesse refletir, como por um espelho, a justiça de Deus, mas aquela imagem havendo sido apagada pelo pecado, tem de ser agora restaurada em  Jesus Cristo.


A regeneração dos santos, na verdade, outra coisa não é, a luz de Corintios 3.18 , senão o reforma da imagem de Deus  nos homens, mas a graça de Deus, na segunda criação é muito mais rica e poderosa que na primeira. 


Todavia a Escritura apenas leva em conta que a nossa mais elevada perfeição consiste em nossa conformidade e semelhança com Deus. Adão perdeu a imagem que originalmente recebera, portanto, é necessário dizer que ela nos será restaurada por meio de Cristo. Por isso, o apóstolo ensina que o desígnio da regeneração é conduzir-nos de volta do erro àquele fim para o qual fomos criados. (João Calvino).


Caros leitores, esperamos que este breve texto possa contribuir em nossas tomadas de decisões, pois em todas elas, devemos refletir a imagem do nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. (SOLE DEO GLORIA). Fraternalmente em Cristo. Pb. Gilson dos Santos. Fonte: VIVENDO PARA A GLÓRIA DE DEUS- Joel R. Beeke 

segunda-feira, 25 de julho de 2011

TEODICÉIA- PODEMOS JUSTIFICAR DEUS?

Amados, qual de nós, ainda não nos deparamos, com a seguinte pergunta:
" Se Deus é amor, bondade, onipotente e onisciente, porque Ele permiti o mal  no mundo?"

Antes de tentarmos responder esta pergunta vamos mostrar algumas correntes filosóficas que tentam elucidar esta questão, conhecidas como TEODICÉIA.

A palavra "teodicéia" é  de origem grega, formada por duas palavras gregas, theos (Deus) e   dik (raiz do verbo justificar). Teodicéia é a tentativa de justificar Deus diante do homem, pelo mal que há no mundo.  Você apresenta uma teodicéia quando tenta responder à pergunta: "Por que Deus permite o mal?"

Na história da humanidade sempre houve tentativa de explicar a existência de Deus e a presença do mal, mesmo antes da revelação judeu-cristã. Umas vinculadas à natureza de Deus, outras  à idéia do próprio mal, vejamos algumas dessas teodicéias.

1-TEODICÉIA DUALISTA

Esta teodicéia se fundamenta na idéia da existência de dois deuses, um do bem (Ahura Mazda), sábio e bom, outro do mal (Ahriman) do mal, responsável por todo o mal, coexistente desde o começo do mundo. Estes dois deuses sempre lutam em posições contrárias. O zoroastrismo Persa defendia essa idéia.

O maniqueísmo afirmava que o bem e o mal vinham de fontes diferentes, aderindo a idéia de dualidade, duas forças iguais e opostas desde toda eternidade.

2-TEODICÉIA HARMONISTA

A presença do bem e do mal no universo é para que haja um equilíbrio harmônico, o filósofo Leibniz argumentava que um mundo contendo o mal físico e moral é melhor porque é metafisicamente mais rico, do que um mundo contendo apenas o bem. Esta teodicéia tenta mostrar que o mundo se torna melhor com a presença do mal do que com a ausência dele.

3-TEODICÉIA PANTEISTA

A filosofia panteísta defende que tudo é uma extensão de Deus e que todas as coisas são Deus, se todas as coisas são uma extensão de Deus e o mal existe, então, o mal é algo inerente em Deus. Sugere que o mal reside em Deus.

Outra corrente panteísta (Zen Budismo), apresenta o mal como uma ilusão, já que eles sustentam que o mundo real é apenas o Brahma e o mundo externo (maya) é uma ilusão. O movimento filosófico-religioso chamado Ciência Cristã também caminha nessa linha.

4-TEODICÉIA TEOLÓGICA

Nessa visão o mal tem um lugar no cosmo, tem um propósito uma finalidade, um objetivo (telos), por ter um objetivo tenta-se diminuir ou eliminar do mal o sua maldade. Se o mal traz algum benefício, então por causa do seu objetivo ele pode ser aliviado.  Todo mal pode no final trazer algum benefício.

5- TEODICÉIA DO FINITISMO

É fundamentada na idéia de que Deus é limitado em seus poderes, apesar de ser toda bondade, Deus não é todo- poderoso (onipotente), sendo incapaz de destruir o mal, logo se Deus não é capaz de destruir o mal, então existe um poder maior que Deus. Essa corrente não se preocupa em explicar a origem do mal. Deus é limitado porque ele não pode ir contra as leis da natureza ou mesmo contra as decisões feitas pela livre vontade do homem.

6- TEODICÉIA DO IMPOSSIBILISMO

Esta corrente afirma que Deus não pode prever o mal no mundo, porque há uma escolha livre do homem (liberum arbitrium). Deus só pode conhecer aquilo que é passível de ser conhecido, Deus não pode conhecer coisas impossíveis de serem conhecidas; Deus não pode prever as ações futuras dos homens, portanto num mundo de criaturas livres, é impossível  para Deus prever o mal.

Outro tipo de impossibilismo é traduzido com a impossibilidade de Deus destruir o mal, porque para isso teria que destruir a livre escolha do homem e destruir a livre escolha do homem é em si mesmo um mal.

7-TEODICÉIA REFORMADA

É evidente, que essas teorias e correntes não são Bíblicas. O pecado não é ilusão e causou a queda do homem e trouxe a maldição de Deus para todo o universo. Deus é o criador ex nihilo do universo e também é o seu sustentador, não tem concorrente.

Ele é único e não se admite qualquer dualismo, além do mais Deus não escolheu este mundo porque ele é o melhor, mas este mundo é melhor porque Deus o escolheu, as escolhas de Deus não são determinadas por nada ou por ninguém fora de si mesmo.

Quando alguém procura saber da razão da vontade de Deus está procurando algo mais elevado que a vontade de Deus, e isso é impossível de ser encontrado. Não podemos retirar a responsabilidade do homem pelo pecado, a Bíblia é clara em relação a isto, o homem é responsável pelo seu pecado.

O capítulo III, da  Confissão de Fé de Westminster trata dos decretos eternos de Deus e o capítulo V, da providência. Vejamos:

      III-I "Desde toda eternidade, e pelo sapientíssimo e santíssimo conselho de sua própria vontade, Deus ordenou livre imutavelmente tudo quanto acontece; porém, de modo tal que, nem é Deus o autor do pecado, nem se faz violência à vontade das criaturas, nem é tirada a liberdade ou contingência das causas secundárias, antes são estabelecidas."

   V- II "Ainda que em relação à presciência e decreto de Deus, que é a causa primeira, todas as coisas aconteçam imutável e infalivelmente, todavia pela providência, Ele ordena que alas sucedam segundo a natureza das causas secundárias, livre ou contigentemente."

   V-IV "O onipotente poder, a imutável sabedoria e a infalível bondade de Deus, de tal maneira se manifesta em sua providência, que se estende até mesmo à primeira queda e a todos os demais pecados dos anjos e dos homens, e isso não por uma mera permissão, mas por uma permissão tal que, sábia e poderosamente limitando-os, bem como regulando-os e governando-os, numa múltipla dispensação, para seus próprios e santos propósitos, de tal modo que a pecaminosidade dessas transgressões procede tão-somente das criaturas, e não de Deus, e sendo Ele santíssimo e justíssimo, nem é e nem pode ser o autor ou o aprovador do pecado."

Comentário:

-Deus não só permite os atos pecaminosos, mais os dirige, controla segundo a determinação de seus próprios propósitos.

- Contudo a pecaminosidade dessas ações só pertencem ao agente pecador, e Deus de forma alguma é o autor ou aprovador do pecado.

- As ações pecaminosas, como todas as demais, são expressas nas Escrituras como ocorrendo pela permissão de Deus e de acordo com os seus propósitos, de modo que o que os homens perversamente fazem diz-se ser ordenado por Deus e Ele constantemente restringe e controla os homens em seus pecados.

- A providência de Deus em vez de gerar o pecado ou aprová-lo, preocupa-se constantemente em proibi-lo pela lei positiva, ao desencorajá-lo com ameaças e punições reais, ao restringi-lo e ao regulá-lo para o bem, contra a sua própria natureza.

Quero encerrar, citando uma observação de Jerome Zanchius. "A vontade de Deus é de tal modo a causa de todas as coisas, quanto ela própria não tem causa, uma vez que não há nada que possa ser a causa daquilo que causa todas as coisas. Assim nós encontramos todo assunto resolvido em última instância na simples satisfação de Deus. Ele não tem outro motivo para aquilo que faz além da sua mera vontade  (ipsa voluntas). "

Fontes: 1-Confissão de Fé de westminster, comentada por A. A. Hodge. 2- A Providência e a sua realização histórica de Heber Carlos de Campos. 3- Uma Teodicéia Bíblica por W. Gary Campton. 4-monergismo.com,  de Filipe Sabino de Araújo Neto.

Fraternalmente em Cristo, Pb. Gilson dos Santos


sexta-feira, 22 de julho de 2011

EM BUSCA DE UM MILAGRE

Amado, para melhor entendimento deste tema, em primeiro lugar, vamos procurar entender o correto significado da palavra milagre, o propósito dos milagres e qual a real importância dos milagres, para o s crentes e para a igreja, em segundo lugar qual a relação entre fé e milagres.

O QUE É MILAGRE?

Das providências de Deus, teólogos costumam classificá-las em: ordinárias e extraordinárias. Segundo Louis Berkhof, nas providências ordinárias, Deus usa as causas secundárias em estrito acordo com as leis da natureza.

Nas extraordinárias, Deus age imediatamente ou sem a mediação das causas secundárias. Diz Mcpherson: Milagre é uma coisa feita sem se recorrer aos meios ordinários de produção, um resultado produzido diretamente pela causa primária, sem a mediação das causas secundárias. O que caracteriza o milagre é que ele resulta do exercício do poder sobrenatural de Deus.

O PROPÓSITO DOS MILAGRES

Os milagres não foram realizados de maneira arbitrária e sem propósitos, não foram meras maravilhas para provocarem admiração ou exibição de poder. O propósito dos milagres é revelacional. Deus revelando algo para o homem, o criador se revelando à criatura.

Para mostrar a fonte da mensagem, no caso de Moises (Ex 4.1-17), para provar seu poder para perdoar pecados, no caso de Jesus (Mc 2.1-12). O Espírito Santo deu poder miraculosos aos apóstolos para confirmar a palavra que eles pregaram (Mc 16.20).

Paulo escreve em 2Co 12.12 . "Pois as credenciais do apostolado foram apresentadas no meio de vós, com toda a persistência, por sinais prodígios e poderes miracolosos."

A IMPORTÂNCIA DOS MILAGRES PARA O CRENTE

No início do século XX surge o movimento pentecostal dando grande ênfase às manifestações do Espírito, despertando nos crentes uma busca do sobrenatural de Deus (milagres).

Muitos estão buscando até de uma forma egoísta os milagres, querem curas físicas sem se preocupar com saúde espiritual, estão buscando prosperidade, mais não buscam as riquezas eternas, correm para o sobrenatural e negligenciam a palavra de Deus. Este é o grande perigo daqueles que procuram os milagres de Deus e não o Deus dos milagres.

Mateus nos escreve: "Buscai, pois, em primeiro lugar, o seu reino e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas." Mt 6.33. mas também ensina: "Pedi, e dar-se-vos-á, buscai e achareis; batei, e abrie-se-vos-á" (Mt 7.7). Então creio que devemos sim, buscar os milagres de Deus, mais não fazermos disto o ponto crucial de nossa adoração. Que possamos proceder como Paulo que ouviu a vós de Jesus dizendo " A minha graça te basta" e compreender a vontade e a soberania de Deus.

RELAÇÃO ENTRE FÉ E MILAGRE

"Jesus porem lhes respondeu: Em verdade vos digo, se tiverdes fé e não duvidardes, não somente fareis o que foi feito à figueira, mas até mesmo, se a este monte disserdes: Ergue-te e lança-te no mar, tal se sucederá. E tudo quanto pedirdes em oração, crendo, recebereis." (Mt 21.21-22)

Observamos nestes versos que a fé e a oração é a chave que pode mover o coração de Deus, pois Ele é misericordioso, amoroso e conhece as nossas necessidades.

CONCLUSÃO

"Rabi sabemos que és Mestre vindo da parte de Deus; porque ninguém pode fazer estes sinais que tu fazes, se Deus não estiver com ele". (Jo 3.2).Este texto nos fala do diálogo entre Nicodemos e Jesus, observem que, Nicodemos começa falando dos sinais feito por Jesus, dando tanta importância a eles que faz desses sinais um atestado de que Jesus era da parte de Deus e estava com Deus, tudo bem, mais observem que Jesus desvia completamente o ruma daquela prosa, não dando importância para o que Nicodemos estava falando e diz: "Em verdade, em verdade te digo que, se alguém não nascer de novo, não pode ver o reino de Deus." (Jo 3.3)

Jesus poderia conduzir aquela conversa, dizendo. É mesmo Nicodemos eu sou o cara, viu!Quantos milagres e sinais eu posso fazer, e falar horas e horas de seus milagres, mas não, Jesus não estava interessado nos milagres, ele podia e pode fazer tantos quanto queira, Ele fez o céu, Ele fez a terra, Ele fez o mar e tudo o que neles há.

Jesus estava interessado na alma de Nicodemos, no destino eterno de Nicodemos e imediatamente fala a Nicodemos sobre o processo de salvação. "Se alguém não nascer de novo, não pode ver o reino de Deus". Amados eu quero dizer para você que Jesus pode agora fazer um grande milagre em sua vida, pois Ele é Deus e tudo pode, ele pode te curar, ele pode te dar prosperidade, pode te dar alegria no lugar de tristeza, pode fazer renascer os teus sonhos, pode..., pode..., pode tudo! Mas o maior milagre para você, Jesus já realizou naquela sangrenta cruz, foi a sua SALVAÇÃO . E se você ainda não aceitou Jesus e não nasceu de novo aceite-o! Crê já somente no Senhor e mais feliz serás, confia só em seu poder e a paz encontrarás, Confia em Deus, eu sei que Ele te amará e pela tua mão te guiará, confia em Deus e em seu imenso amor, já diziam os poetas.Fraternalmente em Cristo, SOLI DEO GLORIA. Pb. Gilson dos Santos.

segunda-feira, 27 de junho de 2011

POR TRÁS DAS MÁSCARAS

 Amados, neste artigo, gostaríamos de parabenizar todos os casais de namorados, pelo seu dia, "o dia dos namorados".
Geralmente aproveitamos essas datas comemorativas para refletirmos, como anda a nossa vida, em relação ao, namoro, noivado, casamento e por que não dizer também, em relação ao nossa relacionamento com Deus. E isto é bom e deve ser natural na vida do servo, aproveitar estes momentos para confidenciarmos conosco mesmo, num momento de introspecção e auto avaliação. È muito bom que isso aconteça, pois não podemos navegar no mar da indiferença. Deus exige de nos reflexão, arrependimento e mudanças.
A palavra de Deus é utilizada para mostrar o que ele quer e espera de nós. "Toda a escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça, a fim de que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente habilitado para a boa obra". (2Tm 3.16,17). Deus utilizando seus profetas, inspirados nas escrituras, nos ensina, nos exorta e nos prepara, para a boa obra sempre sob a direção do Espírito Santo.  Damos graças a Deus pela vida de homens que usados por Ele, apascentam o rebanho de seu aprisco.
Ontem, não foi diferente, o pastor Ricardo Santana foi fortemente usado pelo Espírito Santo para falar aos nossos corações, desenvolvendo um tema relevante, entre o que realmente somos e aquilo que fingirmos ser, ou seja, as máscaras que usamos para disfarçar a realidade do que somos e mostrar ao mundo aquilo que gostaríamos de ser e por nossa natureza pecaminosa não somos. Vamos citar algumas dessas máscaras:  
1- A MÁSCARA DA HIPOCRISIA.
Hipocrisia, fingimento de boas qualidades com o propósito de ocultar defeitos, afetação de uma virtude, de um sentimento louvável que não se tem, falsa devoção. O Hipócrita é a pessoa que possui o vício da hipocrisia, é um velhaco. Jesus Cristo criticava veementemente os fariseus, que buscavam apresentar uma vida de religiosidade, porém não passavam de hipócritas. Mateus relata isto muito bem.
"Quando, pois, deres esmolas, não toques trombetas diante de ti, como fazem os hipócritas, nas sinagogas e nas ruas, para serem glorificados pelos homens. Em verdade vos digo que eles já receberam a recompensa." (Mt 6.2)
"Quando orardes, não sereis como os hipócritas, porque gostam de orar em pé nas sinagogas e nos cantos das praças, para serem vistos dos homens. Em verdade vos digo que eles já receberam a recompensa." (Mt 6.5)
"Quando jejuardes, não vos mostreis contristados como os hipócritas; porque  desfiguram os rostos, com o fim de parecer aos homens que jejuam. Em verdade vos digo que eles já receberam a recompensa. (Mt 6.16)
Observem que o hipócrita tem um propósito em suas ações, agradar a ele mesmo, aparecer aos homens, o hipócrita é antes de tudo um orgulhoso, um vaidoso.
2- A MÁSCARA DA MENTIRA
A mentira e a hipocrisia são irmãs gemias, costumam andar de mãos dadas, para sustentar uma mentira é necessária outra mentira, por isso a mentira é progressiva e o mentiroso acaba se acostumando com suas mentiras, tentando transformá-las em verdades. "Abomino e detesto a mentira, porém amo a tua lei", diz o Salmista. (Sl119.169)
3- A MÁSCARA DA SOBERBA
O soberbo é aquele que se julga acima de tudo e de todos, ele é o melhor, é o rei da cocada preta, se julga auto-suficiente, não precisa de ninguém, tudo que faz é melhor, tudo que sugere é o certo, os outros estão sempre um nível abaixo, quando pede uma opinião, não é para aceitá-la, mais para ratificar a sua. O soberbo é um orgulhoso, é presunçoso, é arrogante. As Escrituras nos ensinam que:
"O temor do senhor consiste em aborrecer o mal; a soberba, a arrogância, o mau caminho e a boca perversa eu os aborreço" (Pv8.13)
"Em vindo a soberba, sobrevém a desonra, mas com os humildes está a sabedoria" (Pv 11.2) "A soberba precede a ruína e a altivez do espírito, a queda." (Pv 16.18)
Poderia citar outras máscaras usadas para esconder a nossa verdadeira personalidade, contudo não podemos esquecer que hoje somos novas criaturas e que as coisas velhas ficaram para trás, não podemos viver por trás das máscaras, podemos até enganar os homens, mais a Deus jamais enganaremos.
Deus nos conhece integralmente, nos conhece por trás das máscaras, Como diz o salmista: "Senhor tu sondas e me conheces. Sabes quando me assento e quando me levanto; de longe penetras os meus pensamentos. Esquadrinhas o meu andar e o meu deitar e conheces todos os meus caminhos." (Sl 139.1-3).
Que Deus nos abençoe e o Espírito Santo nos ajude a remover todas as máscaras que porventura ainda existam em nós. (SOLI DEO GLORIA) Fraternalmente em Cristo Pb. Gilson dos Santos
A Deus toda a glória!
 

O PERIGO DOS EXTREMOS


ECLESIOLA IN ECLESIA- Igrejinhas dentro da igreja, caros leitores este fenômeno, muito nos tem chamado a atenção e não podemos virar as costas para o que vem acontecendo dentro das igrejas, de um modo geral e em particular nas igrejas evangélicas, independente da denominação.
Percebemos a formação de grupos que se portam de diferentes maneiras, uns se acham mais santos que os outros, outros se acham mais intelectualizados, outros mais conservadores, em fim temos uma variedade de produtos e seguimentos que transformam a igreja numa feira espiritual, onde se pode obter de tudo, para todos os gostos, levando a igreja a uma perda total de sua identidade, dizemos que é conseqüência de um mundo globalizado, pós-moderno, pós-vocação, mais principalmente pela letargia espiritual de lideres religiosos.
Lideres que com a desculpa de não perder membros, se esquecem do compromisso feito na ordenação, de manter a lealdade a Deus, às Escrituras Sagradas, aos princípios e doutrinas da igreja, seu sistema de governo, sua constituição e obediência às autoridades constituídas, desde que elas permaneçam fiéis às Escrituras, esquecem também das palavras de Paulo, exortando ao ensino da sã doutrina.
Este artigo não tem a pretensão de rotular ninguém, nem tão pouco de esgotar o assunto, pretendemos apenas chamar a atenção para o problema, destacando algumas tendências que estão dentro das igrejas, inclusive nas igrejas históricas.
É comum ouvirmos esta frase. “Aqui tem espaço para todos”, eu creio que esta frase está corretíssima, desde que a liderança não se abstenha de ensinar. Os presbíteros tanto docentes quanto regentes devem ser aptos para ensinar e vigiar, conforme Paulo exorta em Atos 20. Vamos às tendências:
1-FUNDAMENTALISMO CRISTÃO
O fundamentalismo, foi um movimento que surgiu logo após a publicação do livro “A ORIGEM DAS ESPÉCIES” por Charles Darwin , em 1859 , a Auta Critica alemã e o surgimento da teologia liberal, tomando forma nos Estados unidos, no inicio do século XX.
Empresários patrocinaram a impressão de um livro “OS FUNDAMENTOS” escritos por eruditos da época, com a tentativa de impedir a influencia moderna na igreja, como o nome mesmo diz, destacava-se os princípios Bíblicos, não só em relação à fé mas também em relação à conduta da sociedade e à interferência da ciência nos dogmas e princípios da igreja. A conferência Bíblica de Nagara estabelece as bases do fundamentalismo.
Este movimento tem como base a inspiração Divina, a inerrância e a suficiência das Escrituras, a ressurreição e a volta de Cristo (verdadeiros e primordiais para o cristão), princípios que os teólogos liberais não compartilham.
Os fundamentalistas acreditam em seus dogmas como verdades absolutas e indiscutíveis, não abrem espaço para diálogo, eles se revelam como fonte de intolerância e os outros são analisados como fonte de ameaça e mal que pode fragilizar as verdades construídas por eles.
2-NEOPURITANOS
Para entendermos o neopuritanismo, temos que voltar na história e falarmos um pouco dos puritanos, corrente que surgiu entre os séculos XVI e XVIII, nas igrejas da Inglaterra, presbiterianas, batistas e congregacionais . Este nome “puritanos foi colocado por seus inimigos, com o propósito de ironizar os ideais de pureza que eles buscavam e defendiam para a igreja, governo e sociedade, não era uma nova denominação, mais um movimento dentro da igreja evangélica.
Queriam que a reforma antes iniciada, fosse completada, diziam que a igreja havia parado entre Roma e Genebra, que ela conservava princípios da igreja católica que eram contrários as Escrituras, escreveram inúmeras obras, inclusiva a Confissão de Fé de Westminster. Acabaram se desviando para uma religião legalista e introspectiva desembocando no não conformismo.
A firmeza com que defendiam suas convicções, o rigor teológico e exegético de suas obras, o modo de vida, valeu-lhes uma reputação de gente sisuda, obtusa e intolerante.
No Brasil, o termo neopuritano foi aplicado no inicio desse século para grupos evangélicos que adotam determinadas práticas, justificando como identificadoras dos verdadeiros reformados; tais como: O canto exclusivo dos salmos sem instrumentos musicais, não permissão de corais e bandas nas igrejas, o silêncio das mulheres no culto, a proibição das mulheres ensinarem, a não ser para as crianças, etc. Se julgam os guardiões da fé reformada e do puritanismo e acabam se isolando dos outros reformados que não concordam com estas posturas extremas e radicais.
3-CESSACIONISMO
Há um grupo de teólogos que acreditam que os dons extraordinários deixaram de existir com o fim da era apostólica e tiveram seu propósito findado com o fechamento do Canon, os dons extraordinários como profecias, curas, línguas, interpretação de línguas, foram derramados na era apostólica, pois as Escrituras ainda não tinham sido completada e a revelação não tinha ainda totalmente se manifestada, contudo, hoje as Escrituras são totalmente suficiente para a revelação de Deus e de sua vontade.
4-NEOPENTECOSTAIS
Os neopentecostais, fundamentam-se em uma doutrina chamada de “confissão positiva ou doutrina da felicidade”, que significa trazer à existência aquilo que declaramos com a nossa boca. É uma corrente doutrinária que afirma que uma vida medíocre do crente, significa falta de fé ou uma vida de pecado, sendo assim a marca do cristão verdadeiro é uma vida cheia de felicidade, com saúde física, mental e emocional, além da prosperidade material.
Fundamentam-se na teologia da prosperidade, buscam a cura divina, e o poder que emana do próprio homem, até mesmo ordenando o próprio Deus , buscam os milagres de Deus e não o Deus dos milagres, seu evangelho é totalmente antropocêntrico, o arrependimento, a cruz e a justiça de Deus são relegadas a um segundo plano.
A minha vontade se sobrepõe a vontade de Deus. Esta corrente tem adentrado as igrejas de uma maneira devastadora, pois contam com os meios de comunicação de massa, principalmente com o radio e a televisão, além do mais, quem é que não quer ser próspero, ter saúde e ser poderoso? (falam o que agrada o homem e não o que Deus quer que falemos). A pregação Cristocêntrica, já era!
5-LIBERALISMO CRISTÃO
É um movimento que procura substituir a fé cristã pelo racionalismo e pela ciência, tentando destruir os fundamentos da fé, surge com o iluminismo, o racionalismo e o humanismo. Nega a inspiração divina das Escrituras, sua infalibilidade e sua inerrância. Nega a soberania de Deus, a trindade, a divindade de Cristo, a morte expiatória e vicária na cruz, a sua ressurreição e sua volta, negam também o pecado original e a depravação total do homem. Cresce com a alta critica, com o pós-modernismo, com o evangelho social, com a teologia racional e cultural.
CONCLUSÃO
O que dizer de tudo isso? Digo que na história do cristianismo, sempre nos deparamos com esses movimentos, e isso só vai acabar com a volta de Cristo, mas prefiro pensar no que está escrito nas Escrituras Sagradas, “Passará o céu e a terra, porém as minhas palavras não passarão”. (Mt24.35)  “Para que não mais sejamos como meninos, agitados de um lado para outro e levados ao redor por todo vento de doutrina, pela artimanha dos homens, pela astúcia com que induzem ao erro”. (Ef4.14).
Digo também que devemos buscar constantemente a unção e autoridade que nos outorga o Espírito Santo, para permanecermos firmes e inabalados na sã doutrina e no compromisso de ensinar. Fraternalmente em Cristo. Pb. Gilson dos Santos. Soli Deo Gloria!

quinta-feira, 9 de junho de 2011

TEMA: PENUMBRA ESPIRITUAL

Quando, os raios luminosos, provenientes de uma fonte de luz extensa, incide sobre um corpo opaco, determinam no espaço três regiões distintas: quanto à recepção da luz: Uma região que não recebe luz chamada de sombra, outra que recebe luz parcialmente, que chamamos de penumbra e uma terceira que recebe integralmente os raios luminosos que é a região clara.

 

Podemos explicar esses fatos através do princípio da propagação retilínea da luz. Podemos comprovar facilmente observando a nossa sombra, a região periférica à sombra é a penumbra. Quero nesse artigo falar sobre algo parecido, porém muito temeroso. "A PENUMBRA ESPIRITUAL"

 

Jesus é a nossa fonte de luz e deseja refletir sua maravilhosa luz sobre nós. "De novo, lhes falara Jesus, dizendo: Eu sou a luz do mundo; quem me segue não andará nas trevas a; pelo contrário terá a luz da vida." (Jo 8.12)

 

Amados quando falamos da vida espiritual, podemos destacar com clareza três tipos de grupos de pessoas:

 

As primeiras são aquelas que fazem parte do aprisco do Senhor, que um dia ouviram o chamado de Jesus abriram seu coração e deixaram que ele entrasse, e receberam a luz e vivem na luz, se tornaram servos, , caminham com Jesus, ouvem a voz de Jesus, obedecem e exalam seu doce perfume, falam como Paulo, "Porquanto, para mim o viver é Cristo, e o morrer é lucro" (Fp1.21), vivem iluminados pela fonte primária da luz "Jesus Cristo" que é a luz do mundo.

 

Estes buscam a santificação, a unidade, a harmonia, cultivam os frutos do Espírito, cultivam um amor segundo 1Co 13, vivem na orientação do Espírito Santo, são comprometidos com a palavra, com a igreja, com o evangelho e com a oração; estas estão vivendo na região clara da luz e como corpos iluminados, refletem a luz de Cristo, pois andam com Jesus.

 

A parábola do semeador nos ensina que um semeador saiu a semear e algumas sementes caíram em terra boa, e deu fruto, a cem a sessenta e a trinta por um. Ouviram a palavra, compreenderam, aceitaram e vivem na luz. (Mt13)

 

O segundo grupo é formado por aqueles que ouviram a voz do Senhor, admiram o seu ensino, vivem até mesmo entre o povo de Deus, participam , levam uma vida aparentemente santificada, recebem luz parcialmente, são como corpos translúcidos que ao receberem a luz desviam os feixes, provocando imagens destorcidas são como água barrenta, como vidro sujo, como parafina, são como a igreja em Laodicéia. "Assim, porque és morno e nem és quente nem frio, estou a ponto de vomitar-te de minha boca". (Ap3.16)

 

É a penumbra espiritual a pior situação que uma pessoa pode se encontrar em relação a Deus. Servem a dois senhores. "Ninguém pode servir a dois senhores; porque, ou há de aborrecer-se de um e amar ao outro, ou se devotará a um e desprezará ao outro..." (Mt6.24). É como a semente que cai em solo rochoso, onde a terra é pouca, a semente logo nasce, como a terra não é profunda, em saindo o sol ela logo morre, é morno e será vomitado, é como ramo que não dá frutos, será cortado. Não conseguem permanecer na verdadeira luz, que é o nosso senhor Jesus Cristo.

 

Há também um terceiro grupo, o grupo daqueles que vivem nas trevas, rejeitam ao nosso senhor, não estão nem aí para as coisas de Deus, vivem acorrentados nas mãos de Satanás, para estes a vida se limita ao aqui e ao agora, escarnecem o nosso Senhor. Vivem na carne, são filhos da ira que desprezam a verdade, não entendem as coisas espirituais, não experimentaram o novo nascimento, não tem comunhão com Deus, não amam a Deus e ao próximo, praticam a iniqüidade, sentem prazer no pecado. São como a semente que cai a beira do caminho, e vindo as aves, a comeram.

 

Meu amado! Faça uma reflexão e responda: Nesse momento, onde você se encontra? Numa região de trevas, escuridão, sombras? Numa região de penumbra, nem quente, nem frio? Numa região de luz com Cristo e sobe a direção do Espírito Santo? Você quer mudar de posição? Das trevas para a luz, da penumbra para a luz? Tem como: aceite a Jesus! E venha para a LUZ. "SOLUS CHRISTUS". Fraternalmente em Cristo. Pb. Gilson dos Santos

 

A Deus toda a glória!

quarta-feira, 8 de junho de 2011

TEMA: EU VENHO COMO ESTOU


O Jamais Desista agradece mais uma vez ao Pb. Gilson que escreve em seu blog e deixa aqui também o seu recado. Muito obrigado e que Deus continue a usá-lo para edificação de muitas vidas. O tema de sua reflexão EU VENHO COMO ESTOU vai nos falar das desculpas que damos a Cristo quando por ele chamados a segui-lo. Tenham todos um bom dia. Feliz aniversário Pr. Junior, meu irmão e homem de Deus!

 

E. H. Hamilton e S. P. kalley escreveram um cântico que mostra claramente em que condição o pecador deve se achegar a Cristo, muitos acreditam que para entregar suas vidas aos pés de Cristo devem em primeiro lugar acertar suas vidas, se santificarem e só então, depois de tudo isso, buscarem a Jesus. Isto é um engano diabólico que Satanás tem incutido na mente de muitos, tentando retardar suas conversões. A letra do cântico diz:  "Jesus, Senhor me achego a ti,Tua ira santa mereci. O teu favor estende a aqui! Aceita um pecador. Eu venho como estou! Porque Jesus por mim morreu.Eu venho como estou! Sim, venho como estou."  Jesus não nos impõe nenhuma condição. A salvação é gratuita e incondicional (ELEIÇÃO INCONDICIONAL).

 

Na conversão, o Espírito santo passa a habitar em nós e nos dá entendimento das coisas espirituais, nos conduzindo à santificação. A santificação é posterior à conversão.  Vejamos um fato ocorrido, que ilustra o que estou dizendo: Estava lecionando em uma classe da escola dominical de minha igreja, quando uma de minhas alunas fez o seguinte comentário: -

 

 Tenho pregado o evangelho para o meu marido, ele admira a igreja, me incentiva participar dos trabalhos, gosta que eu leve as crianças, porém quando o convido para participar e entregar sua vida para Jesus, ele sempre se desculpa, dizendo que ainda não está preparado para se entregar a Cristo, que precisa deixar alguns vícios e costumes. 

 

Esta é apenas, uma desculpa, que muitos têm encontrado, para rejeitar o convite, que Jesus Cristo tem feito para a salvação e reconciliação com o Pai, estamos mortos em nossos delitos e pecados e sem a ação do Espírito Santo não podemos entender as coisas espirituais, não ouvimos a voz do bom pastor dizendo, "Vinde a mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração; e achareis descanso para a vossa alma. Porque o meu jugo é suave, e o meu fardo é leve." (Mt 11.28-30).

 

Jesus Cristo, conhecendo o coração do homem, relata algumas desculpas, em lucas 9.57-82, quando Ele põe à prova os que o queriam segui-lo.  Falei então àquela aluna que agisse segundo o conselho de Pedro, registrado em 1Pe 3.1.

 

Sabemos que a salvação é um dom de Deus, conforme Ef 2.8, porém muitos dos eleitos ainda não tiveram um despertar para o reino de Deus, mas o Espírito Santo há de completar a obra que Deus iniciou na eternidade, no projeto da redenção, culminando com a morte de seu Filho na cruz do calvário e sua ressurreição, vencendo a morte na morte de cruz e nos dando vida e vida em abundância.

 

Uma certeza por demais preciosa conforta o nosso coração: "Ninguém pode resistir a Graça salvadora  de Deus." (SOLI DEO GLORIA).  Fraternalmente em Cristo. Pb. Gilson dos Santos.

 

A Deus toda a glória!