domingo, 27 de fevereiro de 2011

TEMA: SAINDO DA SALA DO CONSELHO

"Rogo, pois , aos presbíteros que há em vós, eu presbítero como eles, e testemunha dos Sofrimentos de Cristo, e ainda co-participante da glória que há de ser revelada: pastoreai o rebanho de Deus que há entre vós, não por constrangimento, mas espontaneamente, como Deus quer; nem por sórdida ganância, mas de boa vontade"

 

No seu livro CORAÇAO DE PASTOR, John Sittema nos alerta para o grande chamado pastoral do presbítero regente, gostaria de falar um pouquinho desse assunto com os amados:

 

Primeiro vamos refletir a luz da Bíblia. No texto, Pedro deixa claro a função pastoral do presbítero (v2). Nessa passagem podemos ver com clareza a diferença em apenas administrar e pastorear.

 

Administrar é gerenciar, é atingir objetivos cuidadosamente articulados. É, antes de tudo, uma questão organizacional e de intelecto.

 

Pastorear, é por sua vez, educar, uma função que envolve cuidado, que exige tanta força quanto mansidão e nasce de um profundo amor pelo bem-estar do rebanho.

 

O bom pastoreio inclui os pés calejados do pastor, sua habilidade de usar tanto o cajado quanto a vara, a coragem de enfrentar os predadores do rebanho. É um trabalho que vem do coração. Pastorear leva as ovelhas a se concentrarem na voz de Jesus. Ensina o rebanho a viver pela fé como povo de Deus.

 

Em segundo lugar, vamos analisar à luz da nossa constituição. O artigo 51 da CI/IPB , diz:

 

"Art 51 -Compete ao presbítero:

a) Levar ao conhecimento do conselho as faltas que não puder corrigir por meio de admoestações particulares (pastorear).

b) Auxiliar o pastor na tarefa de visitas (visitar o rebanho, pastorear)

c) Instruir os neófitos, consolar os aflitos e cuidar das crianças e da juventude (tudo isso é ou não

é pastorear?)

d) Orar com os crentes e por eles(pastorear)

e) Informar o pastor dos casos de doenças e aflições (pastorear)"

 

E ainda mais: Em Atos 20, Paulo fala aos presbíteros de Éfeso, na sua famosa despedida, exortando-

os para pastorear o rebanho.

 

Amados, reflitamos um pouco, será que realmente temos nos alertados para essa tão nobre missão de pastorear o rebanho que Deus nos outorgou, se você é um presbítero que pastoreia, louvado seja Deus, se não for, misericórdia, pois eu tenho que mudar e muito a minha atitude.

 

Que Deus nos ajude. Fonte: CORAÇÃO DE PASTOR – JOHN SITTEMA. Pb. Gilson dos Santos. (1Pe 5.1,2).

 

Soli Deo Gloria!

sábado, 26 de fevereiro de 2011

Tema: ENTRANDO NA SALA DO CONSELHO

Amados presbíteros.

 

Há momentos em nossas vidas que as palavras não resolvem, mas o gesto de Jesus na cruz, demonstrando amor por nós, resolve e como resolve!

 

Lembram-se dessa música que cantávamos quando na mocidade? "Voltem-se para  Cruz, ela é que nos anima  em tudo, nós não servimos a homens e sim ao Deus Vivo , o nosso modelo é Cristo".

 

Lembram-se do que ele falou ao seus discípulos: "ESSAS  COISAS VOS TENHO DITO PARA QUE TENHAIS PAZ EM MIM. NO MUNDO PASSAIS POR AFLIÇÕES; MAS TENDE BOM ÂNIMO EU VENCI  O MUNDO ". (Jo 16.33).

 

Lembram-se da sua ordenação como presbítero, que festa que alegria, te garanto que teve uma bela festa no céu, sabe por quê? Porque Deus conta contigo, para pastorear a sua igreja, a sua ordenação foi outorgada pelo Espírito Santo, e não por homens. A quem prestaremos contas? A homens ou a Deus?

 

Lembram-se de Moisés, que fugiu, até que Deus falou através da sarça ardente, que é o símbolo de nossa amada igreja?

 

Lembram-se do Elias que fugiu de uma mulher trambiquera e amaldiçoada?

 

Lembram-se de Pedro, o valente Pedro, covarde! Negando a Cristo para defender a  própria pele?

 

Lembram-se de Abrão? Aquele que é o pai da fé, a quem Deus chamou prometendo-lhe uma grande nação, fracote! mentiroso, entregando a sua própia esposa para não morrer.

 

Lembram-se de Jacó? O enganador, enganando o própio pai seguindo o conselho de sua mãe, depois fugindo com medo de seu irmão.

 

Lembra-se do grande rei Davi? Matador de gigante, mas de olho na mulher de Urias. Davi o manda para a morte. 

 

No entanto, todos eles em uma ocasião ouviram a voz de Deus, se fortaleceram e foram benditos do Deus Altíssimo; eles eram  ungidos, nós também fomos; eles foram chamados, nós também fomos; eles tiveram medo, nos também temos; eles choraram, nos também choramos, eles se acovardaram, nos tembém nos acovardamos. Eles ouviram a voz de Deus e completaram a obra para o qual foram chamados.

 

Meu amado presbítero, pare e escute a voz de Deus, ELE te chamou, não chamou? "Não to mandei Eu, sê forte e corajoso" e depois, mas muito depois, fale como Paulo "Combati o bom combate, completei a carreira, guardei a FÉ" (2Tm  4.7).

 

Amados nós somos fracos, falhos,miseráveis e pecadores, pois não há um homem justo, nem um sequer, mas Deus há de nos aperfeiçoar, nos santificar, nos quebrantar como vasos na mão do oleiro, "quebrando as nossas vidas e fazendo-as de novo", nós ainda não completanos a carreira, ainda falta muito companheiro! Te vejo amanhã, na sala do conselho, cumprindo os nossos deveres.Tchau! Fraternalmente em Cristo.(SOLI DEO GLORIA). Fraternalmente em Cristo, Pb. Gilson dos Santos

 

Soli Deo Gloria

domingo, 20 de fevereiro de 2011

TEMA: SOBRE A DISCIPLINA ECLESIÁSTICA


Gostaria de falar um pouquinho sobre esse assunto, que é de responsabilidade do conselho da igreja, como veremos mas a diante. O que me motivou a tocar nesse assunto foi uma pergunta de um diácono, homem piedoso e dedicado as coisas do Reino. "Presbítero,  temos ouvido comentários de tantas quebras de condutas cristãs, e qual é a postura do conselho diante disto"? 

 

Amados, em primeiro lugar, sabemos que a igreja é um lugar de pecadores, e que todos nos estamos sujeitos ao erro e que Jesus Cristo veio para nos redimir, que Ele ama o pecador, mas abomina o pecado, que Deus procura verdadeiros adoradores, que o adorem em espírito e em verdade.

 

Temos ouvido falar que a igreja é como um hospital, que está cheio de doentes necessitando de cura para os seus corpos, a igreja esta cheia de pecadores necessitando de cura para suas almas. Os hospitais carecem de bons médicos, bons remédios, bom atendimento, pessoas bem preparadas e amorosas. A igreja precisa de bons pastores, bons presbíteros que cuidem com zelo e amor do rebanho de Cristo, lembrando que Cristo comprou a igreja com o seu próprio sangue. E a disciplina eclesiástica? Vamos para as escrituras:

 

"E estais esquecidos da exortação que como a filhos, discorre convosco: Filho meu não menosprezes a correção que vem do Senhor, nem desmaies quando por ele és reprovado; porque o Senhor corrige a quem ama  e açoita a todo filho a quem recebe" (Hb 12.5,6)

 

Vamos para a nossa confissão de fé:

 

Visto que os poderes que Deus ordenou, e a liberdade que Cristo comprou, não foram por Deus designados para destruir, mas para que mutuamente nos apoiemos e preservamos uns aos outros, resistem a ordenança de Deus, os que sob pretexto de liberdade cristã, se opõem a qualquer poder legítimo, civil ou religioso, ou ao exercício dele. Se publicarem opiniões ou mantiverem práticas contrárias  à luz da natureza ou aos reconhecidos princípios do Cristianismo concernentes à fé, ao culto ou ao procedimento; se publicarem opiniões, ou  mantiverem práticas contrárias  ao poder da piedade ou que, por sua própria  natureza ou pelo modo de publicá-las e martelas, são destrutivas da paz externa da igreja e da ordem que Cristo estabeleceu nela, podem, de justiça por processados e visitados com as censuras eclesiásticas. (XX,4)

 

Então porque os conselhos muitas das vezes são omissos, se lhes competem a aplicação da disciplina?  Vamos a algumas das possíveis razões à luz de uma visão pós-moderna, erroneamente difundida.

 

1. NÃO PODEMOS JULGAR

 

Quem considera  o exercício da disciplina, como uma violação do mandamento de Jesus, " Não julgueis para que não sejais julgados" (Mt 7.1). Essa interpretação é totalmente falsa. O julgamento que Jesus proíbe é o julgamento hipócrita, ou seja condenarmos os outros, sem prestarmos atenção em nossos próprios pecados. (veja os versos 3 e 4). Além disso, foi o próprio Jesus quem determinou os passos para o exercício da disciplina eclesiástica ( Mt 18. 15-17).

 

2. O EXERCÍCIO DA  DISCIPLINA VIOLA O AMOR

  

Muitos acreditam que a aplicação da disciplina eclesiástica viola o mandamento do amor. É considerada como falta de amor cristão para com os irmãos caídos. Essa falsa interpretação do amor Cristão, não leva em conta que Deus disciplina exatamente a quem ele ama. (Hb 12.6, Pv 3.12; 13.24,Dt 8.5, Sl 89.30-34).

 

 3.  O EXERCÍCIO DA DISCIPLINA VIOLA A LIBERDADE

 

Há quem considera o exercício da disciplina como uma violação da liberdade de consciência e da liberdade cristã. De fato a igreja não pode violar o foro íntimo da consciência de uma pessoa, que está sujeita somente a Deus. Todavia, existe o foro externo das atitudes e das ações. Essas, sim, são objetos da  supervisão e da disciplina da igreja. (C.Fé XX4)

 

 4. O FATO DOS LÍDERES SEREM PECADORES OS IMPEDEM DE EXERCEREM A DISCIPLINA

 

Muitos consideram que os líderes das igrejas não têm autoridade moral  para exercer a disciplina, pois eles mesmos são pecadores. Todavia a falha de muitos líderes, não anula o fato que eles são responsáveis pelo rebanho, pela supervisão das almas e pelo governo espiritual sobre elas. 

 

Amados, João Calvino e Lutero afirmaram que a igreja deve estar fundamentada na fidelidade à palavra de Deus, na correta aplicação dos sacramentos e na busca da disciplina.

 

Irmãos, como disse o Rev. Augustus Nicodemus em seu livro "MANTENDO A IGREJA PURA": "Esse tema é relevante, pois a disciplina tem como alvo zelar pelo nome do Senhor, manter a igreja pura e restaurar os faltosos, isso constitui das marcas da verdadeira igreja de Cristo. Onde os pecados passam impunes, os faltosos não são repreendidos, corrigidos e restaurados; onde os líderes cometem pecados públicos, claros e não dão conta a ninguém de seus atos, poderá subsistir ali, por muito tempo, a igreja do Senhor, pela qual ele derramou seu sangue precioso, em busca de um povo puro e santo?"

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Amados, ainda falando sobre avivamento:

1.   O que é avivamento?
 
  • é obra  exclusiva e soberana de Deus,
  • é um derramamento do Espírito, que rega, renova e restaura a vinha de Deus (Sl 85.6),
  • é uma manifestação extraordinária e poderosa de Deus, que levanta e revigora a igreja e atrai os pecadores a Jesus, mudando a realidade moral e espiritual da sociedade(Is 64.1-3),
  • trata seriamente a questão do pecado,
  • leva a igreja a um compromisso profundo com a palavra,
  • vem como resposta de oração, e conduz na igreja a uma vida fervorosa de adoração e  intercessão,
  • é sede de Deus, restaura o louvor na igreja  louvor puro, santo e ungido e plenamente bíblico,
  • trata de forma profunda da santidade pessoal, restaura o amor a comunhão e  a harmonia na igreja,
  • trata de forma bíblica e urgente a questão do estar cheio do Espirito,
  • trata de forma apaixonada e urgente da evangelização,
  • desperta a igreja para contribuir,
  • move a igreja na obra de ação social,
  • restaura a vida a unção, o poder e a autoridade da igreja na terra e,
  • a igreja deixa de ser omissa e passa a ser  um corpo vivo.
 
OS SINAIS DO AVIVAMENTO
 
1. UMAPROFUNDA SEDE DE ESTUDAR A PALAVRA DE DEUS
 
O primeiro sinal do avivamento é a volta do povo de Deus à Palavra. Os crentes passam a ter fome e sede de Deus e por isso , recorrem à Bíblia com avidez. Passam a ter prazer e deleite por seu estudo, buscam as verdades Divinas, meditam e obedecem à palavra. A palavra do Deus Eterno torna-se viva, poderosa, envolvente e transformadora
 
2.   UMA PROFUNDA NECESSIDADE DE ORAÇÃO.
 
A igreja é acordada da letargia e começa a ter prezer na oração, essa passa a ser uma necessidade imperativa, intransferivel e impostergável. Nada é mais importante que uma reunião de oração. O povo de Deus se apressa em  dobrar os joelhos em buscar a face do Todo-Poderoso.
 
A oração então deixa de ser fria, formal, mecânica para ser um derramamento da alma no altar, uma entrega sem reservas ao Senhor. Passa a ser regada pelas lágrimas e ungida pelo Espírito Santo.
 
3.   UMA PROFUNDA BUSCA DE SANTIDADE 
 
O avivamento começa com a convicção do pecado, a confissão dele e seu abandono, bem como a busca da santidade. o avivamento traz purificação, mudança de vida e arrependimento genuíno. Traz lágrimas, quebrantamento e humilhação na presença de Deus. Ele desperta no cerne um  desejo profundo de santidade, de pureza e retidão. Se o crente ainda tem prazer nas coisas do mundo e vivem acariciando o pecado, o avivamento é impedido. Que Deus possa abençoar a nossa igreja para um verdadeiro avivamento.
 
Fonte: O Melhor de Deus Para sua Vida (vol 1) - Hernandes Dias Lopes - Pb Gilson dos Santos
 

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

TEMA: ORAÇÃO POR AVIVAMENTO

Amados, no culto do dia 05/01/2011, ao entrar na igreja recebi um número em um papel que correspondia ao motivo de minha oraçõa, era sobre a busca de um avivamento em nossa igreja, fiquei muito feliz por me trazer à memória tão importante tema, pois esse deve ser constante na vida da igreja e motivo de oração para todo crente.

 

Lembrei-me das palavras do Rev Hernandes Dias Lopes, que escreve em seu livro  O MELHOR DE DEUS PARA SUA VIDA, vol 1, palavras que gostaria de compartilhar com os irmãos.

 

"Sobre os teus muros, ó Jerusalém,  pus guardas, que todo o dia e toda a noite jamais se calarão;vós, o que fareis lembrado o Senhor, não descanseis, nem deis a ele descanso até que restabeleça Jerusalém e a ponha por objeto de louvor na terra." ( Is 62.6,7 ).

 

Nesse texto, o profeta Isaías fala de sete características de uma oração por avivamento. A oração é a chave para o avivamento. Este só é possível por meio dela. Sem oração não há torrentes do céu, a igreja não pode experimentar  os rios de água viva, e perde o vigor, a alegria, a intimidade com Deus e o poder para testemunhar do evangelho.

 

Vejamos quais são as marcas da oração pelo avivamento nessa passagem.

  

1. PERSEVERANTE

 

"Que todo o dia e toda a noite jamais se calarão" - Avivamento é obra de Deus, porém só acontece se a igreja orar. Mas é preciso orar com perseverança dia e noite. O avivamento é precedido pela oração, vem com ela e tem a mesma duração dela. Os grandes avivamentos vieram como resultado da oração do povo de Deus. Primeiro o povo se colocava de joehos, depois Deus derramava sobre ele profundo quebrantamento e restauração.

 

2. EXPECTANTE

 

"Sobre os teus muros, ó Jerusalém, pus guardas" - Aquele que ora deve se portar como um sentinela. Deve estar na torre de vigia, buscando o auxilio de Deus e a resposta do Onipotente. Quem se coloca na torre deve estar atento ao ataque do inimigo.

 

3.   CONFIANTE

 

"Vós o que fareis lembrado o Senhor" - A confiança na oração está relacionada às promessas que o Senhor nos faz em sua Palavra. Orar é repetir para Deus o que ele nos diz nas Escrituras. É agarrar-se às promessas infalíveis do Senhor.

 

4.    FATIGANTE

 

"Vós, os que fareis lembrando, o Senhor não descanseis" - A ordem é não descansar. É preciso orar com vigor e determinação. Muitos que começaram a orar retrocederam. Vários que já buscaram a Deus com fervor hoje estão frios e apáticos. Cansaram-se, ficaram esgotados, vencidos pelo cansaço, pelo sono, pela frieza e pelo pecado.

 

5.   DESAFIADORA

 

"Nem deis a ele (DEUS) descanso" - A oração que prevalece é ousada e intrépida. Devemos orar como Jacó  "Não te deixarei ir se me não abençoares" (Gn 32.26).

 

6.   QUE NÃO ABRE MÃO DA BENÇÃO

 

"Até que... " - A oração por avivamento não pode parar no meio do caminho. Temos que orar até que o  Espírito seja poderosamente derramado sobre nós. Muitos crentes se animam a começar uma reunião de oração, mas esmurecem no meio do caminho. Devemos orar sem desanimar, até que DEUS fenda os céus.

 

7.   ESPECÍFICA

 

"Até que estabeleça Jerusalém" - A súplica do profeta era pela restauração de Jerusalém, pelo restabelecimento da igreja. Devemos orar para que esta não seja um povo desolado, nem desamparado, mas uma coroa de glória nas mãos do Senhor, um motivo de louvor na terra. Temos que clamar a Deus que ele mesmo restaure a vinha que ele mesmo plantou. Devemos orar para que o vale de ossos secos se torne um lugar de vida, e que do meio da morte se levante como um exército numeroso (Ez  37.1-10).

 

A porta do céu  se abre de forma maravilhosamente fácil para aqueles que são humildes o bastante para seguir a direção do Espírito Santo, e  que sabem, crendo, pedir, procurar e bater.

 

Que Deus continue levantando homens, mulheres e crianças cheios do Espirito Santo, fervorosos na oração para que ELE derrame em nossa igreja um grande avivamento.

 

Sola Fide